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sábado, 17 de novembro de 2012

Enquanto houver




Enquanto houver fagulhas de esperança
enquanto houver ternura,houver carinho
e a brisa perfumar serena e mansa
as flores que plantei pelo caminho


Eu seguirei confiante em minha andança

Calcando mágoas,afastando espinho
Fazendo dos meus sonhos uma trança
tão resistente como nó de pinho


Enquanto esta minha alma de poeta

Fizer de do amor seu canto,sua meta
preservando intacta sua raiz

Esquecerei a angústia que me inquieta

Numa euforia,quase completa
Eu farei versos e serei feliz

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